Uma resposta ao infame velho argumento que o imám Al-Albání não tem recomendação alguma das pessoas de conhecimento. Pelo contrário, ele tem recomendações e até mesmo inimigos desse grande muhaddith (sábio de hadíth) foram forçados a testemunhar seu conhecimento.
Shaykh Al-Albání tem ijázah (recomendação) em hadíth do falecido ‘allamah shaykh Muhammad Rághib At-Tabbágh com quem ele estudou ciências do hadíth, ganhando autoridade para transmitir dele. O próprio shaykh refere a essa ijázah em Mukhtasarul-‘Uluww (p. 72) e em Tahdírus-Sájid (p. 63). Ele tem ainda uma ijázah do shaykh Bahjatul-Baytár (através do qual seu isnád (cadeia de transmissão) se entende até o imám Ahmad). Esses foram mencionados no livro Hayát-ul-Albání (A Vida de Al-Albání) por Muhammad Ash-Shaybání. Esse tipo de ijázah é dado apenas aqueles que primaram em hadíth e podem ser confiados em transmitir corretamente um hadíth. Uma cópia da ijázah está na posse de seu estudante, ‘Alí Hasan Al-Halabí. Então não é correto dizer que o shaykh aprendeu sozinho de livros, sem nenhuma autoridade e sem ijázah.
Enquanto estamos no assunto, eu penso que não seria desapropriado mencionar aqui fragmentos da vida e carreira do shaykh Al-Albání para enfatizar ainda mais sua grande posição e reputação no campo da ciência de hadíth assim como o respeito demonstrado a ele pelos sábios. Ninguém poderia fazer justiça com relação a esse assunto em um ou dois breves emails, no entanto, eu espero que os leitores achem essa informação tanto encorajadora como interessante:
[1] Shaykh Al-Albání nasceu em 1914 em Shkodër, a antiga capital da Albânia.
[2] Seu primeiro shaykh foi seu pai, Al-Hajj Núh An-Najjátí, que completou seus estudos em shari’ah em Istanbul, retornando a Albânia como um dos sábios hanafí. Sob a orientação de seu pai, shaykh Al-Albání estudou Qur’aan, tajwíd, língua árabe, assim como fiqh hanafí.
[3] Ele estudou ainda fiqh hanafí e língua árabe sob o shaykh Sa’íd Al-Burhán.
[4] Ele freqüentava as aulas do imám ‘Abd-ul-Fattáh e shaykh Tawfíq Al-Barzah.
[5] O shaykh se encontrou com o mestre de hadíth, Ahmad Shákir, com o qual ele participou de debates baseados em conhecimento sobre hadíth e sua pesquisa.
[6] Ele se encontrou com o sábio indiano de hadíth, shaykh ‘Abd-us-Samad Sharfud-Dín, que referenciou ele mesmo os ahádíth para o primeiro volume de Sunan-ul-Kubrá de An-Nissa’í, assim como o monumental Tuhfat-ul-Ashráf de Al-Mizzí, e eles continuaram a trocar cartas sobre questões de conhecimento. Em uma carta, shaykh ‘Abd-us-Samad expressou sua crença de que shaykh Al-Albání era o maior sábio de hadíth da era.
[7] Em reconhecimento pelo seu conhecimento de hadíth, ele foi comissionado desde 1955 pela Faculdade de Sharí’ah da Universidade de Damasco para realizar análise e pesquisa detalhada de ahádíth relacionados com compra, venda e outras transações comerciais.
[8] Shaykh Al-Albání iniciou seu trabalho formal no campo de hadíth transcrevendo o monumental Al-Mughní ’an Hamlil-Asfár de Al-Háfiz Al-‘Iráqí, um estudo dos vários ahádíth e narrações contidos no famoso Ihyá ‘Ulúm-ud-Dín. Esse trabalho sozinho contém cerca de 5000 ahádíth.
[9] O shaykh era conhecido por freqüentar a biblioteca Záhiriyah em Damasco, e eventualmente foi dado a ele seu próprio conjunto de chaves devido ao seu freqüente e longo estudo lá. Em uma ocasião, um importante fólio de um manuscrito que o shaykh estava usando sumiu e isso levou o shaykh Al-Albání a catalogar meticulosamente todos os manuscritos de hadíth da biblioteca num esforço para localizar o fólio desaparecido. Consequentemente, ele alcançou profundo conhecimento de milhares de manuscritos de hadíth, algo que foi atestado anos depois pelo Dr. Muhammad Mustafá Azami na introdução de Estudos sobre a Literatura de Ahádíth Antigos onde ele disse, ‘Eu desejo expressar minha gratidão para o shaykh Násir-ud-Dín Al-Albání, que colocou a minha disposição seu extenso conhecimento de manuscritos raros’.
[10] Shaykh Al-Albání as vezes mencionava sua extrema pobreza durante a infância. Ele dizia que às vezes catava pedaços de papel da rua, como cartões de casamento descartados, e os utilizava para escrever suas anotações de hadíth. Frequentemente ele comprava grande quantidade de restos de papel do depósito de lixo e levava para casa para usar.
[11] Ele se correspondia com numerosos sábios, particularmente aqueles da Índia e Paquistão, discutindo matérias relacionas a hadíth e Religião em geral, incluindo shaykh Muhammad Zamzamí do Marrocos e ‘Ubaydullah Rahmán, o autor de Mirqátul-Mafátíh Sharh Mushkilatil-Masábíh.
[12] Sua habilidade em hadíth é atestada por um grande número de sábios qualificados, incluindo Dr. Amín Al-Misrí, diretor dos Estudos Islâmicos da Universidade de Al-Madínah que considerava a si mesmo como um dos alunos do shaykh; também Dr. Subhí As-Saláh, antigo diretor das Ciências de Hadíth da Universidade de Damasco; Dr. Ahmad Al-Asál, diretor dos Estudos Islâmicos da Universidade de Riyad; o sábio paquistanês de hadíth, ‘allamah Badí’ud-Dín Sháh As-Sindí; shaykh Muhammad Tayib Awkíj, antigo diretor de Tafsír e Hadíth na Universidade de Ancara na Turquia; sem mencionar sábios como shaykh Ibn Báz, shaykh Ibnul-‘Uthaymín, shaykh Muqbil bin Hádí e outros além deles.
[13] Depois que alguns de seus trabalhos foram publicados, o shaykh foi escolhido para ensinar hadíth na recém fundada Universidade Islâmica de Al-Madínah por três anos de 1381H a 1383H onde ele também era um membro da diretoria da Universidade. Depois disso ele retornou aos seus estudos anteriores e ao seu trabalho na Biblioteca Záhiriyah. Seu amor pela Universidade de Al-Madínah é evidenciado pelo fato dele ter legado em herança toda sua biblioteca pessoal à Universidade.
[14] Ele organizava círculos de estudos duas vezes por semana em Damasco que eram freqüentados por numerosos estudantes e professores universitários. Dessa maneira o shaykh completou o ensino nos seguintes livros clássicos e modernos:
Fathul-Majíd de ’Abd-ur-Rahmán bin Husayn bin Muhammad bin ’Abd-ul-Wahháb
Rawdat-un-Nadiyah de Siddíq Hasan Khán
Minháj-ul-Islámiyyah de Muhammad Asad
Usúl-ul-Fiqh de Al-Khallál
Mustalahut-Taaríkh de Asad Rustum
Al-Halál wal-Harám fil-Islám do inovador Yúsuf Al-Qardáwí (explicando os erros do livro)
Fiqh-us-Sunnah de Sayid Sábiq
Bá’ithul-Hathíth de Ahmad Shákir
At-Targhíb wat-Tarhíb de Al-Háfiz Al-Mundhirí
Riyad-us-Sálihín do imám An-Nawawí
Al-Imám fí Ahádíth-il-Ahkám de Ibn Daqíq Al-’Íd
[15] Depois de realizar uma análise dos ahádíth do Sahíh de Ibn Khuzaymah, o sábio indiano de hadíth, Muhammad Mustafá Azami (diretor de Ciência do Hadíth em Makkah), escolheu shaykh Al-Albání para verificar e conferir sua análise e esse trabalho está atualmente publicado em quatro volumes contendo os comentários de ambos. Isso é uma indicação do nível de confiança depositado no conhecimento sobre hadíth do shaykh Al-Albání por outros sábios.
[16] Em sua edição da famosa compilação de hadíth, Mishkát-ul-Masábíh, a editora Maktabat-ul-Islámí requisitou que o shaykh Al-Albání editasse o trabalho antes da publicação. O publicador escreveu na introdução, ‘Nós requisitamos que o grande sábio e erudito de hadíth, shaykh Muhammad Násir-ud-Dín Al-Albání, nos ajudasse na checagem do Mishkát e que ficasse responsável por adicionar notas explicativas para todos os ahádíth que precisassem, pesquisando e reproduzindo suas fontes e autenticidade onde fossem necessárias, e corrigindo quaisquer deficiências...’
[17] Os trabalhos impressos, principalmente no campo de hadíth e suas ciências, somam cento e doze livros. Dezessete desses livros sozinhos contém mais de quarenta e cinco volumes! Ele deixou ainda na forma de manuscritos pelo menos setenta trabalhos.
[18] Foi relatado em uma ocasião (e este incidente está disponível em duas fitas cassetes – seus alunos tinham o hábito de gravar suas aulas), que um homem visitou shaykh Al-Albání em sua casa na Jordânia alegando ser um profeta! Como será que reagiríamos quando confrontados com uma situação dessas? Shaykh Al-Albání fez o homem se sentar e discutiu suas alegações longamente (como eu disse, ocupando duas fitas cassetes) e ao final o visitante fez tawbah (se arrependeu) de suas alegações e todos os presentes, incluindo o shaykh, foram dominados por lágrimas. De fato, quão frequentemente o shaykh Al-Albání é escutado chorando quando fala sobre Allah, Seu mensageiro e os assuntos dos muçulmanos?
[19] Em outra ocasião ele foi visitado por três homens todos alegando que shaykh Al-Albání era um káfir. Quando chegou a hora da oração, eles se recusaram a rezar atrás dele, dizendo que não era possível para um káfir liderar a oração. O shaykh aceitou isso, dizendo que aos seus olhos os três eram muçulmanos, então um deles deveria liderar a oração. Depois, eles discutiram longamente suas diferenças e quando chegou a hora da oração seguinte, todos os três homens insistiram em rezar atrás do shaykh Al-Albání!
Shaykh Al-Albání tem ijázah (recomendação) em hadíth do falecido ‘allamah shaykh Muhammad Rághib At-Tabbágh com quem ele estudou ciências do hadíth, ganhando autoridade para transmitir dele. O próprio shaykh refere a essa ijázah em Mukhtasarul-‘Uluww (p. 72) e em Tahdírus-Sájid (p. 63). Ele tem ainda uma ijázah do shaykh Bahjatul-Baytár (através do qual seu isnád (cadeia de transmissão) se entende até o imám Ahmad). Esses foram mencionados no livro Hayát-ul-Albání (A Vida de Al-Albání) por Muhammad Ash-Shaybání. Esse tipo de ijázah é dado apenas aqueles que primaram em hadíth e podem ser confiados em transmitir corretamente um hadíth. Uma cópia da ijázah está na posse de seu estudante, ‘Alí Hasan Al-Halabí. Então não é correto dizer que o shaykh aprendeu sozinho de livros, sem nenhuma autoridade e sem ijázah.
Enquanto estamos no assunto, eu penso que não seria desapropriado mencionar aqui fragmentos da vida e carreira do shaykh Al-Albání para enfatizar ainda mais sua grande posição e reputação no campo da ciência de hadíth assim como o respeito demonstrado a ele pelos sábios. Ninguém poderia fazer justiça com relação a esse assunto em um ou dois breves emails, no entanto, eu espero que os leitores achem essa informação tanto encorajadora como interessante:
[1] Shaykh Al-Albání nasceu em 1914 em Shkodër, a antiga capital da Albânia.
[2] Seu primeiro shaykh foi seu pai, Al-Hajj Núh An-Najjátí, que completou seus estudos em shari’ah em Istanbul, retornando a Albânia como um dos sábios hanafí. Sob a orientação de seu pai, shaykh Al-Albání estudou Qur’aan, tajwíd, língua árabe, assim como fiqh hanafí.
[3] Ele estudou ainda fiqh hanafí e língua árabe sob o shaykh Sa’íd Al-Burhán.
[4] Ele freqüentava as aulas do imám ‘Abd-ul-Fattáh e shaykh Tawfíq Al-Barzah.
[5] O shaykh se encontrou com o mestre de hadíth, Ahmad Shákir, com o qual ele participou de debates baseados em conhecimento sobre hadíth e sua pesquisa.
[6] Ele se encontrou com o sábio indiano de hadíth, shaykh ‘Abd-us-Samad Sharfud-Dín, que referenciou ele mesmo os ahádíth para o primeiro volume de Sunan-ul-Kubrá de An-Nissa’í, assim como o monumental Tuhfat-ul-Ashráf de Al-Mizzí, e eles continuaram a trocar cartas sobre questões de conhecimento. Em uma carta, shaykh ‘Abd-us-Samad expressou sua crença de que shaykh Al-Albání era o maior sábio de hadíth da era.
[7] Em reconhecimento pelo seu conhecimento de hadíth, ele foi comissionado desde 1955 pela Faculdade de Sharí’ah da Universidade de Damasco para realizar análise e pesquisa detalhada de ahádíth relacionados com compra, venda e outras transações comerciais.
[8] Shaykh Al-Albání iniciou seu trabalho formal no campo de hadíth transcrevendo o monumental Al-Mughní ’an Hamlil-Asfár de Al-Háfiz Al-‘Iráqí, um estudo dos vários ahádíth e narrações contidos no famoso Ihyá ‘Ulúm-ud-Dín. Esse trabalho sozinho contém cerca de 5000 ahádíth.
[9] O shaykh era conhecido por freqüentar a biblioteca Záhiriyah em Damasco, e eventualmente foi dado a ele seu próprio conjunto de chaves devido ao seu freqüente e longo estudo lá. Em uma ocasião, um importante fólio de um manuscrito que o shaykh estava usando sumiu e isso levou o shaykh Al-Albání a catalogar meticulosamente todos os manuscritos de hadíth da biblioteca num esforço para localizar o fólio desaparecido. Consequentemente, ele alcançou profundo conhecimento de milhares de manuscritos de hadíth, algo que foi atestado anos depois pelo Dr. Muhammad Mustafá Azami na introdução de Estudos sobre a Literatura de Ahádíth Antigos onde ele disse, ‘Eu desejo expressar minha gratidão para o shaykh Násir-ud-Dín Al-Albání, que colocou a minha disposição seu extenso conhecimento de manuscritos raros’.
[10] Shaykh Al-Albání as vezes mencionava sua extrema pobreza durante a infância. Ele dizia que às vezes catava pedaços de papel da rua, como cartões de casamento descartados, e os utilizava para escrever suas anotações de hadíth. Frequentemente ele comprava grande quantidade de restos de papel do depósito de lixo e levava para casa para usar.
[11] Ele se correspondia com numerosos sábios, particularmente aqueles da Índia e Paquistão, discutindo matérias relacionas a hadíth e Religião em geral, incluindo shaykh Muhammad Zamzamí do Marrocos e ‘Ubaydullah Rahmán, o autor de Mirqátul-Mafátíh Sharh Mushkilatil-Masábíh.
[12] Sua habilidade em hadíth é atestada por um grande número de sábios qualificados, incluindo Dr. Amín Al-Misrí, diretor dos Estudos Islâmicos da Universidade de Al-Madínah que considerava a si mesmo como um dos alunos do shaykh; também Dr. Subhí As-Saláh, antigo diretor das Ciências de Hadíth da Universidade de Damasco; Dr. Ahmad Al-Asál, diretor dos Estudos Islâmicos da Universidade de Riyad; o sábio paquistanês de hadíth, ‘allamah Badí’ud-Dín Sháh As-Sindí; shaykh Muhammad Tayib Awkíj, antigo diretor de Tafsír e Hadíth na Universidade de Ancara na Turquia; sem mencionar sábios como shaykh Ibn Báz, shaykh Ibnul-‘Uthaymín, shaykh Muqbil bin Hádí e outros além deles.
[13] Depois que alguns de seus trabalhos foram publicados, o shaykh foi escolhido para ensinar hadíth na recém fundada Universidade Islâmica de Al-Madínah por três anos de 1381H a 1383H onde ele também era um membro da diretoria da Universidade. Depois disso ele retornou aos seus estudos anteriores e ao seu trabalho na Biblioteca Záhiriyah. Seu amor pela Universidade de Al-Madínah é evidenciado pelo fato dele ter legado em herança toda sua biblioteca pessoal à Universidade.
[14] Ele organizava círculos de estudos duas vezes por semana em Damasco que eram freqüentados por numerosos estudantes e professores universitários. Dessa maneira o shaykh completou o ensino nos seguintes livros clássicos e modernos:
Fathul-Majíd de ’Abd-ur-Rahmán bin Husayn bin Muhammad bin ’Abd-ul-Wahháb
Rawdat-un-Nadiyah de Siddíq Hasan Khán
Minháj-ul-Islámiyyah de Muhammad Asad
Usúl-ul-Fiqh de Al-Khallál
Mustalahut-Taaríkh de Asad Rustum
Al-Halál wal-Harám fil-Islám do inovador Yúsuf Al-Qardáwí (explicando os erros do livro)
Fiqh-us-Sunnah de Sayid Sábiq
Bá’ithul-Hathíth de Ahmad Shákir
At-Targhíb wat-Tarhíb de Al-Háfiz Al-Mundhirí
Riyad-us-Sálihín do imám An-Nawawí
Al-Imám fí Ahádíth-il-Ahkám de Ibn Daqíq Al-’Íd
[15] Depois de realizar uma análise dos ahádíth do Sahíh de Ibn Khuzaymah, o sábio indiano de hadíth, Muhammad Mustafá Azami (diretor de Ciência do Hadíth em Makkah), escolheu shaykh Al-Albání para verificar e conferir sua análise e esse trabalho está atualmente publicado em quatro volumes contendo os comentários de ambos. Isso é uma indicação do nível de confiança depositado no conhecimento sobre hadíth do shaykh Al-Albání por outros sábios.
[16] Em sua edição da famosa compilação de hadíth, Mishkát-ul-Masábíh, a editora Maktabat-ul-Islámí requisitou que o shaykh Al-Albání editasse o trabalho antes da publicação. O publicador escreveu na introdução, ‘Nós requisitamos que o grande sábio e erudito de hadíth, shaykh Muhammad Násir-ud-Dín Al-Albání, nos ajudasse na checagem do Mishkát e que ficasse responsável por adicionar notas explicativas para todos os ahádíth que precisassem, pesquisando e reproduzindo suas fontes e autenticidade onde fossem necessárias, e corrigindo quaisquer deficiências...’
[17] Os trabalhos impressos, principalmente no campo de hadíth e suas ciências, somam cento e doze livros. Dezessete desses livros sozinhos contém mais de quarenta e cinco volumes! Ele deixou ainda na forma de manuscritos pelo menos setenta trabalhos.
[18] Foi relatado em uma ocasião (e este incidente está disponível em duas fitas cassetes – seus alunos tinham o hábito de gravar suas aulas), que um homem visitou shaykh Al-Albání em sua casa na Jordânia alegando ser um profeta! Como será que reagiríamos quando confrontados com uma situação dessas? Shaykh Al-Albání fez o homem se sentar e discutiu suas alegações longamente (como eu disse, ocupando duas fitas cassetes) e ao final o visitante fez tawbah (se arrependeu) de suas alegações e todos os presentes, incluindo o shaykh, foram dominados por lágrimas. De fato, quão frequentemente o shaykh Al-Albání é escutado chorando quando fala sobre Allah, Seu mensageiro e os assuntos dos muçulmanos?
[19] Em outra ocasião ele foi visitado por três homens todos alegando que shaykh Al-Albání era um káfir. Quando chegou a hora da oração, eles se recusaram a rezar atrás dele, dizendo que não era possível para um káfir liderar a oração. O shaykh aceitou isso, dizendo que aos seus olhos os três eram muçulmanos, então um deles deveria liderar a oração. Depois, eles discutiram longamente suas diferenças e quando chegou a hora da oração seguinte, todos os três homens insistiram em rezar atrás do shaykh Al-Albání!
[20] Durante o curso de sua vida o shaykh pesquisou e comentou mais de 30.000 cadeias de transmissão (isnád) individuais de inúmeros ahádíth, tendo gasto mais de sessenta anos no estudo de livros da Sunnah e estando na companhia e em contato com seus sábios (i.e. de hadíth).
Fonte: TROID.org
Fonte: TROID.org